Parece até que a gente deu nó!

Não faço a menor ideia de quem deu o nó.

Passando por uma esquina da SHCGN 704, parei pra prestar atenção na Gameleira enorme que tem lá. Foi quando vi este nó. Que coisa, pensei, será que o nó nasceu ai? Será que alguém deu o nó?

Fui pra casa lembrando de duas músicas que falam de nó. Uma do Nó na madeira, do saudoso João Nogueira e outra do Lenine, que fala que “parece até que a gente deu nó”. Tem hora que a gente fica com nó na garganta, alguma coisa parece que, por não descer bem, tenta voltar e como não consegue, volta só que não mais pelo mesmo caminho, ai faz o nó. Dói. Ficar com um nó na garganta, achar que engoliu o nó dói. Será que a medicina tem explicação científica pra isso? Deve ter. Confesso que desta vez não vou procurar o Dr. Google pra saber o que ele acha, vou dormir com a dúvida. Dúvida só da explicação mas certeza de que dói.

Aliás, dormir com nó na garganta atrapalha! Parece que o nó não deixa o ar passar, faz peso no pescoço e cutuca a memória pra gente não esquecer que tem um nó e qual o motivo do nó. As vezes esse nó se desfaz com lágrimas. Será que elas são feitas de azeite? É! Lágrimas azeitam o nó como azeitavam as máquinas no passado e ai, ele vai perdendo a rigidez e fica fácil de soltar.  Problema é quando não tem lágrima pra azeitar.

 

PS: SHCGN quer dizer Setor Habitacional Coletivo Geminado Norte. Melhor dizendo, fica na Asa Norte, Brasília – DF. Desta vez, é imagem de celular.

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