Ganhei um vaso com estas lindas pimentas, pra celebrar o dia internacional da mulher.
Dedé e Fernanda me entregaram o vaso com dois lindos sorrisos e eu pensei: “pimenta… essa sou eu? magina…” quase um mês depois do presente, trabalhando com umas imagens, encontrei essa imagem e mais outras de mais dois lindos arranjos: um pra mamãe e outro pra Nita. Ai meu raciocínio completou: “ardida como pimenta!” Acho, só acho, que quando Dedé e eu nos conhecemos eu devia ser mais ardida mesmo. Era mais agitada, pode?, inventava mais, tinha mais respostas na ponta da língua, deixava bem menos barato do que agora. Procurava não ser mal educada, se é que isso era possível… Queria sempre a justiça e a verdade e isso não mudou. Talvez a forma de conduzir não fosse a das melhores… isso mudou desde que nos conhecemos…
Ontem mesmo conversava com a mamãe sobre isso… e fiquei pensando se não estou finalmente envelhecendo… Ainda não sei
Mas essa pimenta é bem que nem eu: só a aparência causa impacto, ela não arde nada!
